O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu, na quarta-feira (10), manter a taxa básica de juros em 15% ao ano. Com a Selic estabilizada, aplicações de renda fixa referenciadas no CDI preservam a rentabilidade, enquanto produtos ligados à inflação ou a outros índices podem sofrer variações.
Veja quanto um aporte de R$ 1 milhão renderia em um ano e em dois anos, considerando diferentes alternativas de renda fixa:
CDB 100% do CDI
• R$ 1.122.925,00 em 12 meses
• R$ 1.272.170,85 em 24 meses
LCI/LCA 85% do CDI (isentas de IR)
• R$ 1.126.650,00 em 12 meses
• R$ 1.269.340,22 em 24 meses
Tesouro IPCA+
• R$ 1.084.826,50 em 12 meses
• R$ 1.183.917,30 em 24 meses
Poupança
• R$ 1.083.817,42 em 12 meses
• R$ 1.174.660,20 em 24 meses
Imagem: Daniel Dan via infomoney.com.br
CDBs, LCIs e LCAs contam com a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), limitada a R$ 250 mil por CPF e por instituição financeira, quantia insuficiente para cobrir integralmente um investimento de R$ 1 milhão. A diversificação de emissores é recomendada para reduzir o risco bancário.
Os títulos do Tesouro Direto não são cobertos pelo FGC, mas possuem garantia do Tesouro Nacional, o chamado risco soberano, relativo à eventual incapacidade do país de honrar seus compromissos.
Sobre o Tesouro IPCA+ e os CDBs incide Imposto de Renda regressivo: 22,5% até 180 dias; 20% de 181 a 360 dias; 17,5% de 361 a 720 dias; e 15% acima de 720 dias. LCIs e LCAs são isentas dessa tributação.