Analistas projetam novos recordes para Bitcoin em 2026 e avaliam dez principais criptomoedas

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Vários analistas continuam otimistas em relação ao mercado de criptomoedas e projetam que o Bitcoin poderá alcançar um novo recorde histórico já no primeiro trimestre de 2026. O cenário de maior liquidez global é apontado como fator decisivo para a recuperação dos preços, mesmo após semanas de desempenho inferior ao do ouro e do S&P 500.

A seguir, confira o panorama técnico das dez maiores criptomoedas monitoradas:

Bitcoin (BTC)

O BTC permanece entre US$ 86.400 e US$ 90.600, com forte disputa em torno da média móvel exponencial (MME) de 20 dias, hoje em US$ 88.439. Um avanço acima da média simples (MMS) de 50 dias, em US$ 89.880, abriria espaço para tentativa de rompimento de US$ 94.589. Caso supere essa barreira, o preço pode buscar US$ 100.000 e, depois, US$ 107.500. Se perder US$ 84.000, os próximos suportes estão em US$ 80.600 e US$ 74.508.

Entre as projeções de longo prazo, a plataforma Santiment destaca oportunidade de “catch-up” com outros ativos, enquanto Arthur Hayes, cofundador da BitMEX, avalia que o aumento da liquidez em dólar tende a impulsionar o setor. O analista conhecido como The Bitcoin Therapist prevê novo topo histórico já no 1º tri de 2026. O Citigroup trabalha com preço-base de US$ 143.000 e cenário altista de US$ 189.000 para 2026.

Ether (ETH)

Os compradores tentam firmar o ETH acima da MMS de 50 dias, em US$ 3.019. Fechamento acima desse patamar pode levar o ativo até a linha de resistência do triângulo simétrico e, posteriormente, a US$ 4.000. Perda da linha de suporte do padrão abriria caminho para US$ 2.623 e US$ 2.373.

BNB

A crypto da Binance testa a MMS de 50 dias, em US$ 876. Rompendo esse nível, o preço tende a buscar US$ 928. Um fechamento acima de US$ 928 confirmaria padrão de triângulo ascendente, projetando alvo em US$ 1.066. Caso volte a ceder, o ativo pode seguir entre US$ 928 e US$ 790 por mais tempo.

XRP

Compradores tentam retomar terreno ao ultrapassar a MME de 20 dias, hoje em US$ 1,91. Se vencerem a MMS de 50 dias, em US$ 2,04, a próxima resistência é a linha de tendência de baixa. Rompimento sustentado pode levar a US$ 2,70. Suporte-chave fica em US$ 1,61; queda abaixo desse ponto sugere recuo até US$ 1,25.

Solana (SOL)

O preço concentra-se próximo à MME de 20 dias, em US$ 126. Fechamento acima dessa média pode impulsionar o ativo até US$ 147, superando resistência intermediária na MMS de 50 dias, em US$ 132. Queda abaixo das médias reabre risco de teste em US$ 108 e, depois, em US$ 95.

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Imagem: cointelegraph.com

Dogecoin (DOGE)

A memecoin encontra dificuldade para reconquistar o suporte perdido de US$ 0,13. Caso caia abaixo de US$ 0,12, o movimento de baixa pode avançar até US$ 0,10. Para neutralizar a pressão vendedora, o gráfico precisaria retomar as médias e mirar US$ 0,19.

Cardano (ADA)

O ativo recuou da MME de 20 dias, em US$ 0,37. Se perder US$ 0,34, há espaço para quedas até US$ 0,30 e o fundo de 10 de outubro, em US$ 0,27. Um fechamento acima da MME de 20 dias permitiria teste da MMS de 50 dias, em US$ 0,41, e, se superada, retomada do nível de US$ 0,50.

Bitcoin Cash (BCH)

Compradores defendem a MME de 20 dias, em US$ 587, visando romper US$ 631. Se conseguirem, o preço pode buscar US$ 651 e a resistência principal em US$ 720. Perda da MME de 20 dias pode conduzir o par à MMS de 50 dias, em US$ 556, e manter o ativo entre US$ 443 e US$ 631.

Chainlink (LINK)

LINK oscila entre a MMS de 50 dias, em US$ 13,15, e o suporte em US$ 11,61. Divergência positiva no RSI sugere alívio na pressão vendedora, aumentando a chance de rompimento da MMS de 50 dias e avanço para US$ 15,01. Rompendo esse teto, a tendência de baixa pode ser revertida. Queda abaixo de US$ 11,61 indicaria busca por US$ 10,94 e, possivelmente, US$ 7,90.

Hyperliquid (HYPE)

Vendedores defendem a MME de 20 dias, em US$ 26,44, mas o ativo mantém suporte próximo, o que eleva a possibilidade de rompimento. Caso supere a MME, HYPE pode avançar até a MMS de 50 dias, em US$ 30,74, e ao nível de US$ 35,50. Se falhar e perder US$ 22,19, o preço pode retestar a mínima de 10 de outubro, em US$ 20,82.

As análises destacam que, apesar da consolidação de curto prazo, o ambiente de maior liquidez global e a quebra do tradicional ciclo de quatro anos criam expectativas de novos recordes para o Bitcoin e possíveis recuperações nos principais altcoins até 2026.

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