A agenda econômica dos próximos dias concentra a atenção dos investidores em dois eixos: a leitura do Índice de Preços ao Consumidor (CPI) nos Estados Unidos e uma sequência de indicadores de atividade no Brasil.
No Brasil, o Banco Central apresenta o Relatório Focus. Nos Estados Unidos, falam os presidentes Thomas Barkin (Fed de Richmond) e John Williams (Fed de Nova York).
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga o desempenho do setor de serviços. Nos EUA, sai o CPI, referência para as expectativas sobre juros, e voltam a discursar Barkin, de Richmond, e Alberto Musalen, do Fed de St. Louis.
O IBGE publica os dados de produção industrial de novembro. Nos EUA, o Bureau of Labor Statistics (BLS) informa o Índice de Preços ao Produtor (PPI). Também estão previstos pronunciamentos de Anna Paulson (Fed da Filadélfia), Stephan Miran (integrante do board) e John Williams. O Federal Reserve entrega ainda o Livro Bege.
A zona do euro divulga uma série de números: PIB do Reino Unido e da Alemanha, inflação da França e da Espanha, além de balança comercial e produção industrial do bloco. No Brasil, o IBGE apresenta o resultado das vendas no varejo. Nos Estados Unidos, saem os pedidos semanais de seguro-desemprego, o índice de manufatura do Fed de Nova York e os discursos de Michael Barr (diretor do Fed) e Thomas Barkin.
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A Alemanha e a Itália divulgam seus respectivos CPIs. Nos EUA, o Federal Reserve reporta a produção industrial e os diretores Michelle Bowman e Phillip Jefferson concedem entrevistas. No Brasil, o Banco Central publica o IBC-Br, considerado uma prévia do PIB.
Com indicadores relevantes em ambas as economias, o mercado deve calibrar as expectativas para a política monetária norte-americana e avaliar o ritmo de recuperação da atividade doméstica.