Larry Kudlow afirma que acordo com Taiwan pode gerar US$ 500 bilhões em fábricas nos EUA e coloca China “em segundo plano”

Dificuldades e desafiosagora mesmo6 Visualizações

O ex-diretor do Conselho Econômico Nacional da Casa Branca e comentarista da Fox Business, Larry Kudlow, declarou que um novo acordo comercial entre Estados Unidos e Taiwan tem potencial para movimentar US$ 500 bilhões em produção de fábricas no território norte-americano. A estimativa foi atribuída por Kudlow ao secretário de Comércio, Howard Lutnick, que, segundo ele, calcula que metade dos investimentos virá do governo taiwanês e a outra metade de empresas privadas.

Durante seu programa na emissora norte-americana, Kudlow classificou a negociação como “mais uma vitória” para a política comercial do ex-presidente Donald Trump e “uma derrota” para a China, que, na avaliação dele, estaria “escorregando para a segunda posição” na disputa econômica global.

Fed e sucessão de Powell

No mesmo comentário, Kudlow citou entrevista recente de Trump em que o ex-presidente afirmou não ter planos de demitir o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, apesar de investigações envolvendo o banco central norte-americano. Ainda de acordo com Kudlow, Trump mencionou que Kevin Warsh e Kevin Hassett surgem como principais candidatos para substituir Powell caso o cargo fique vago.

Kudlow, crítico de Powell, disse que o atual dirigente “causou danos à independência do Fed”, mas ressaltou que não há denúncias formais nem júri convocado contra ele.

Larry Kudlow afirma que acordo com Taiwan pode gerar US$ 500 bilhões em fábricas nos EUA e coloca China “em segundo plano” - Imagem do artigo original

Imagem: Larry Kudlow FOXBusiness via foxbusiness.com

Referência a editorial sobre poder global dos EUA

O comentarista também recomendou a leitura de artigo de Arthur Herman, publicado no Wall Street Journal sob o título “America is the Sole Super Power Again”, que atribui a Trump a consolidação de um “novo momento unipolar” para os Estados Unidos. Kudlow listou ações e indicadores citados pelo autor, como crescimento econômico de 5%, produção diária de quase 14 milhões de barris de petróleo, políticas tarifárias rígidas e avanços em chips, inteligência artificial e computação quântica.

Segundo o ex-assessor da Casa Branca, esses fatores estariam contribuindo para ampliar a vantagem norte-americana sobre a China em termos econômicos e tecnológicos.

0 Votes: 0 Upvotes, 0 Downvotes (0 Points)

Deixe um Comentário

Comentários Recentes

Pesquisar tendência
Redação
carregamento

Entrar em 3 segundos...

Inscrever-se 3 segundos...

Todos os campos são obrigatórios.