Riza Asset ultrapassa R$ 20 bilhões sob gestão e fortalece atuação com Fiagro premiado

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A Riza Asset fechou o ano de 2025 com mais de R$ 20 bilhões em ativos sob gestão, consolidando-se entre as principais gestoras independentes do país. Fundada em 2020, a casa opera em nove frentes que incluem agronegócio, FIDCs, renda fixa, renda variável, real estate, música, esporte e infraestrutura.

Diversificação como estratégia

Segundo o sócio Rafael Brito, a estrutura multifacetada permite sinergia entre equipes. Um núcleo de crédito para o agronegócio, por exemplo, pode recorrer ao conhecimento de especialistas em outras áreas da gestora. O modelo societário é 100% independente, no formato de partnership.

Reconhecimento no setor agro

O fundo Riza Agro Fiagro (RZAG11) ficou em segundo lugar na categoria Melhor Fiagro da primeira edição da Premiação Outliers InfoMoney, reforçando o posicionamento da Riza no campo. O produto atua com operações de sale & leaseback de propriedades rurais dedicadas a soja, milho e algodão, principalmente na região do Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia). O histórico do núcleo inclui o primeiro IPO de Fiagro voltado ao investidor pessoa física, além de club deals e veículos de crédito para produtores.

Desempenho dos fundos em 2025

No segmento de fundos abertos, destacaram-se:

  • Riza Statheros – FIC FIDC focado em cotas sêniores;
  • Riza Tavros – fundo Long Biased.

Entre os fundos fechados, tiveram melhor resultado o Riza Akin, FII de papel, e o próprio Riza Fiagro.

Captação concentrada em FIDCs e previdência

Os maiores ingressos de recursos vieram de FIDCs institucionais, do fundo de previdência Riza Lotus Prev e do fundo imobiliário Riza Malls, que investe em shopping centers.

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Imagem: infomoney.com.br

Perspectivas para 2026

Para o próximo ano, a gestora pretende manter disciplina de gestão, alta governança e equipes complementares como pilares centrais. “Entramos em 2026 com uma grade de produtos praticamente completa, capaz de atender investidores e distribuidores que buscam carteiras diversificadas e resilientes”, afirma Brito.

O executivo acrescenta que o cenário macroeconômico previsto para 2026 exige cautela diante de maior volatilidade. A expectativa é de que governança, disciplina e complementaridade dos times sejam decisivas para a geração de valor.

A entrevista completa com Rafael Brito foi concedida ao InfoMoney em setembro de 2025.

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