Super Bowl 2026: crítico do NYT classifica 59 comerciais do melhor ao pior

Mercado Financeiro5 horas atrás11 Visualizações

NOVA YORK (06.fev.2026) – O jornalista Mike Hale, do New York Times, divulgou a tradicional lista anual que ordena todos os comerciais exibidos em rede nacional durante o Super Bowl. Ao todo, 59 peças publicitárias foram avaliadas.

Segundo Hale, a edição deste ano evidenciou a aposta massiva em inteligência artificial: mais de uma dúzia de marcas tentaram mostrar como a tecnologia pode “facilitar a vida” do consumidor, mas, cientes de temores sobre o tema, optaram por prometer apenas mudanças pontuais.

Como o ranking foi montado

Entraram na contagem apenas anúncios veiculados em todo o território dos Estados Unidos durante a transmissão do jogo. Ficaram de fora peças regionais, conteúdos exclusivos de streaming, trailers de filmes e produções da NBCUniversal.

Os 10 primeiros colocados

  1. Squarespace – Emma Stone vive um surto cômico por causa de um domínio indisponível; direção de Yorgos Lanthimos.
  2. Dove – Campanha sobre imagem corporal positiva no esporte feminino.
  3. Pringles – Sabrina Carpenter cria o “homem perfeito” com batatas chips e ironiza o culto às celebridades.
  4. He Gets Us – Mensagem cristã que critica obsessões por dinheiro e aparência.
  5. Lays – Pai entrega a fazenda de batatas à filha em tom emotivo.
  6. Kinder Bueno – Paródia de ficção científica protagonizada por William Fichtner.
  7. Pepsi – Urso polar associado à Coca-Cola troca de lado em teste de sabor; direção de Taika Waititi.
  8. Instacart – Ben Stiller e Benson Boone divulgam seletor de maturação de bananas; direção de Spike Jonze.
  9. Poppi – Sala de aula vira clipe musical com Charli XCX e Rachel Sennott.
  10. Ro – Serena Williams apresenta medicamentos para perda de peso baseados em GLP-1.

Demais posições

  1. Universal Orlando Resort
  2. Cadillac
  3. Hellmann’s
  4. Rocket
  5. T-Mobile
  6. Levi’s
  7. OpenAI
  8. Manscaped
  9. TurboTax
  10. Homes.com
  11. NFL
  12. Bud Light
  13. Oakley Meta
  14. Blue Square Alliance Against Hate
  15. Liquid I.V.
  16. Toyota
  17. Coinbase
  18. Ring
  19. Liquid Death
  20. Boehringer Ingelheim
  21. Michelob Ultra
  22. Novartis
  23. Budweiser
  24. Pokémon
  25. Grubhub
  26. Microsoft
  27. Amazon Alexa
  28. Ritz
  29. Xfinity
  30. MAHA Center
  31. Base44
  32. Volkswagen
  33. Genspark
  34. Bosch
  35. Nerds
  36. Dunkin
  37. Google
  38. DraftKings
  39. State Farm
  40. ai.com
  41. YouTube TV
  42. Novo Nordisk
  43. Salesforce
  44. Wix
  45. Fanatics Sportsbook
  46. Anthropic
  47. Uber Eats
  48. Svedka
  49. Hims & Hers

Tendências observadas

Além da ênfase em inteligência artificial, Hale notou o crescimento de campanhas focadas em saúde, desde medicamentos para perda de peso até iniciativas de bem-estar. O uso de celebridades permanece forte, com participações que vão de Peyton Manning a Charli XCX, passando por Serena Williams e Jeff Goldblum.

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Imagem: redir.folha.com.br

Na contramão, marcas tradicionais como Budweiser recorreram ao sentimentalismo patriótico, enquanto a Bud Light seguiu apostando no humor para recuperar terreno após polêmica envolvendo ações de marketing anteriores.

O ranking completo reflete apenas a avaliação do crítico do New York Times e não necessariamente coincide com a reação do público medido em pesquisas de popularidade pós-jogo.

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