XP exibe CDBs prefixados de até 14,71% ao ano e papéis atrelados ao IPCA que pagam até IPCA+8,50%

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O mercado de emissão bancária disponível na plataforma da XP Investimentos apresenta, nesta segunda-feira (6), Certificados de Depósito Bancário (CDBs) com remuneração prefixada que alcança 14,710% ao ano para prazos de 12 meses.

Entre os papéis indexados à inflação, as taxas chegam a IPCA + 8,500% em vencimentos superiores a um ano. Já os pós-fixados, atrelados ao CDI, pagam até 109,5% do indicador para períodos acima de 12 meses.

CDBs em destaque

• CDB Pernambucanas – 111% do CDI, vencimento em março de 2030
• CDB DM Financeira – 114% do CDI, vencimento em abril de 2031

LCAs

As Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs) oferecem:

• Taxas prefixadas de até 11,650% ao ano em vencimentos superiores a 12 meses;
• Papéis indexados à inflação com retorno de até IPCA + 5,800% em mais de um ano;
• Títulos pós-fixados que remuneram até 87% do CDI para prazos acima de 12 meses.

LCIs

No segmento de Letras de Crédito Imobiliário (LCIs), a opção pós-fixada mais elevada paga 100% do CDI para vencimento em 12 meses.

LCA em destaque

• LCA Sicoob – 92% do CDI, vencimento em fevereiro de 2033

A corretora lembra que as ofertas estão sujeitas à disponibilidade de estoque nesta segunda-feira (6).

Curva de juros

No mercado futuro, as taxas fecharam próximas da estabilidade na quinta-feira (2). O contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2028 avançou 2 pontos-base, ficando em 13,745% ao ano, enquanto o DI para janeiro de 2035 também subiu 2 pontos-base, a 13,875%.

Oscilação intensa marcou a sessão, principalmente na parte longa da curva. Pela manhã, declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre possíveis novos ataques ao Irã elevaram o preço do petróleo e os rendimentos dos Treasuries, pressionando os juros brasileiros, que chegaram a tocar 14,00% nos vencimentos mais longos.

Mais tarde, notícias sobre avanços que podem levar à reabertura do Estreito de Ormuz amenizaram o temor de interrupção no fluxo de petróleo, o que reduziu a percepção de risco inflacionário e devolveu parte da alta das taxas.

Com o cenário geopolítico indefinido, agentes de mercado seguem divididos sobre o próximo passo do Comitê de Política Monetária (Copom). As apostas se distribuem entre corte de 25 ou 50 pontos-base na Selic, ou mesmo manutenção da taxa.

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