Renan Santos defende que Brasil desenvolva armas nucleares e adote guerra contra o crime

Trader Iniciante - RedaçãoTrader Iniciante - RedaçãoAções11 minutos atrás7 Visualizações

O candidato à Presidência da República pelo Missão, Renan Santos, voltou a defender que o Brasil desenvolva bombas atômicas. Em entrevista à TV Globo na quarta-feira (26), ele afirmou que armas nucleares seriam uma forma de proteger a soberania do país.

“Ter armas nucleares é uma forma de defender sua própria soberania”, disse o candidato. Na avaliação apresentada por ele, se o Brasil quiser estar entre as cinco maiores nações do mundo no futuro, precisará discutir soberania sobre seu território, capacidade militar e a possibilidade de ter bombas atômicas.

Proposta de guerra contra o crime organizado

Durante a mesma entrevista, Renan Santos repetiu que defende a criação e a declaração de uma guerra contra o crime organizado. Ele classificou a medida como o reconhecimento de uma realidade que, segundo sua avaliação, já existe para os brasileiros.

O candidato também voltou a defender mudanças na legislação para aumentar penas e criar leis mais duras contra o crime organizado. O objetivo declarado seria reocupar territórios com apoio das forças policiais e atingir a soberania nacional.

Modelo de El Salvador e regime de exceção

Outro ponto mencionado por Renan Santos foi a adoção de elementos do modelo de El Salvador. Ele afirmou que medidas semelhantes às adotadas naquele país seriam implementadas caso fosse eleito.

Entre os exemplos citados estão o uso de um “regime especial” em áreas dominadas pelo crime e a utilização de denúncias anônimas. O candidato também declarou que haveria um “regime de exceção em favelas” para retomar esses territórios.

Declarações sobre decisões do STF

Renan Santos afirmou que não pretende desrespeitar todas as decisões do Supremo Tribunal Federal (STF). Ao mesmo tempo, defendeu que decisões consideradas “ilegais”, segundo seu próprio entendimento, sejam descumpridas.

“Não é que eu falei que vou sair desrespeitando todas as decisões do STF, que isso é um absurdo”, afirmou. Em seguida, sustentou que qualquer cidadão poderia deixar de cumprir uma decisão considerada ilegal e que, nesse caso, teria o dever de não cumpri-la.

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