São Paulo, 12 abr. (FOLHAPRESS) ‒ A American Airlines passou a cobrar valores mais altos pelo despacho de bagagens em voos internos nos Estados Unidos, Canadá e rotas internacionais de curta duração, medida que começou a valer em 9 de abril.
Para o primeiro volume, a taxa subiu US$ 10, chegando a US$ 50. O segundo volume passou a custar US$ 60. Quem pagar antecipadamente, pelo site ou aplicativo da companhia, recebe desconto de US$ 5 e desembolsa US$ 45 e US$ 55, respectivamente.
O terceiro volume, comprado no aeroporto, subiu US$ 50 e agora sai por US$ 200.
Passagens da tarifa basic economy adquiridas a partir de 18 de maio terão cobrança de US$ 55 para a primeira mala e US$ 65 para a segunda, com o mesmo abatimento de US$ 5 em caso de pagamento antecipado.
Clientes com status AAdvantage continuam a despachar bagagens gratuitamente. O mesmo benefício vale para portadores de cartões de crédito AAdvantage em voos domésticos, passageiros de cabines premium em trechos internos e internacionais, além de militares norte-americanos em serviço ativo.
Imagem: Eric Revell FOXBusiness via foxbusiness.com
O reajuste acompanha movimentos semelhantes de outras companhias aéreas:
As revisões ocorrem em meio ao avanço dos custos operacionais, sobretudo do querosene de aviação. De acordo com dados citados pela Reuters, o preço do combustível saltou de cerca de US$ 85-90 por barril em fevereiro para aproximadamente US$ 209, após tensões ligadas ao Estreito de Ormuz durante a guerra no Irã.
Com os novos valores, as companhias buscam reduzir o impacto da alta do combustível em seus balanços.