A Caixa Econômica Federal fechou 2025 com 52 parcerias público-privadas (PPPs) estruturadas, quantidade que equivale a 40% de todos os 130 contratos preparados pela instituição desde 2018, quando passou a atuar nesse segmento.
O resultado supera a média de 11 contratos registrada nos anos anteriores e ultrapassa a soma das operações concluídas entre 2021 e 2024, período em que foram formalizadas 47 parcerias. O desempenho de 2025 também se aproxima do acumulado dos cinco anos anteriores, de 57 projetos.
Em valores, as PPPs estruturadas no ano passado somaram R$ 72,4 milhões, recorde para o banco estatal.
O crescimento coincidiu com a inclusão das despesas com PPPs como prioridade nos orçamentos dos ministérios, condição estabelecida na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2025.
Para 2026, a Caixa pretende ampliar a carteira de projetos de PPPs e concessões, concentrando esforços em áreas como educação infantil, saneamento, iluminação pública e gestão de resíduos sólidos.
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“O avanço das PPPs significa serviços públicos mais eficientes, geração de empregos, atração de investimentos privados e benefícios diretos para milhões de pessoas”, afirmou o presidente da Caixa, Carlos Vieira. Segundo ele, a meta é “seguir ampliando esse desempenho em 2026, com foco em soluções inovadoras e sustentáveis que contribuam para o desenvolvimento do Brasil”.
Desde 2018, quando iniciou a estruturação desse tipo de contrato, o banco já participou de 130 projetos, distribuídos por diferentes setores essenciais da infraestrutura e dos serviços públicos.