Pesquisadores da Ethereum Foundation informaram que a interoperabilidade tornou-se a principal meta de curto prazo para aprimorar a experiência do usuário na rede. Em postagem publicada nesta sexta-feira, a equipe definiu um horizonte de seis a 12 meses para entregar avanços que permitam operações mais simples entre a camada 1 (L1) e os diversos rollups de camada 2 (L2).
O plano foi dividido em três fluxos principais:
De acordo com a fundação, a proliferação de soluções L2 ampliou a escalabilidade, mas também gerou fragmentação. Para eliminar esse atrito, a estratégia pretende permitir que o usuário apenas descreva o resultado desejado (intent), enquanto a infraestrutura cuida das transações subjacentes.
O grupo definiu métricas específicas para acompanhar o progresso, entre elas: time-to-inclusion, confirmação/finalidade, tempo de liquidação em L2 e número de assinaturas por operação.
Imagem: Trader Iniciante 2 (14)
Ao destravar uma passagem de mensagens mais rápida e criar padrões comuns, a fundação espera reduzir drasticamente os gargalos atuais na comunicação entre cadeias e entregar uma experiência unificada em todo o ecossistema Ethereum.