Preço da gasolina recua em janeiro e dá alívio aos consumidores nos EUA

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Os motoristas norte-americanos começaram 2026 com algum fôlego extra no orçamento. Dados divulgados nesta sexta-feira (10) pelo Bureau of Labor Statistics (BLS) mostram que os preços da gasolina caíram 3,2% em janeiro e acumulam retração de 7,5% nos últimos 12 meses.

O recuo contribuiu para a leve desaceleração da inflação. O índice de preços ao consumidor (CPI) avançou 2,4% em relação a janeiro do ano passado, enquanto o núcleo do indicador, que exclui alimentos e energia, subiu 2,5% no mesmo período.

Energia em baixa

Segundo o BLS, o grupo energia registrou queda de 1,5% no mês e variação praticamente estável em 12 meses (-0,1%). A diminuição no custo do combustível foi o principal fator para esse resultado.

A Administração de Informação de Energia dos EUA (EIA) e o Federal Reserve apontam que, em 10 de fevereiro, o preço médio do galão de gasolina era de US$ 2,90. Há um ano, o valor estava em US$ 3,13, redução de cerca de 7,3%, percentagem próxima à verificada no CPI.

Outros combustíveis

Propano, querosene e lenha recuaram 1,5% em janeiro e 7,9% no acumulado de 12 meses. O óleo combustível caiu 5,7% no mês e 4,2% no ano.

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Imagem: Eric Revell FOXBusiness via foxbusiness.com

Altas que compensam

Nem todos os itens de energia seguiram a mesma tendência. A eletricidade ficou praticamente estável em relação a dezembro (-0,1%), mas custa 6,3% mais do que um ano atrás. Já o serviço de gás encanado subiu 1% em janeiro e 9,8% em 12 meses, impactando o orçamento de famílias que utilizam o insumo para aquecimento neste inverno.

Perspectiva para fevereiro

Para Eugenio Aleman, economista-chefe da Raymond James, o cenário inflacionário de fevereiro pode se diferenciar do observado em janeiro, pois os preços de energia tendem a apresentar “leituras positivas”. Segundo ele, o resultado da inflação no próximo mês dependerá da intensidade dessa reversão e do comportamento dos custos de moradia.

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