NOVA YORK (06.fev.2026) – O jornalista Mike Hale, do New York Times, divulgou a tradicional lista anual que ordena todos os comerciais exibidos em rede nacional durante o Super Bowl. Ao todo, 59 peças publicitárias foram avaliadas.
Segundo Hale, a edição deste ano evidenciou a aposta massiva em inteligência artificial: mais de uma dúzia de marcas tentaram mostrar como a tecnologia pode “facilitar a vida” do consumidor, mas, cientes de temores sobre o tema, optaram por prometer apenas mudanças pontuais.
Entraram na contagem apenas anúncios veiculados em todo o território dos Estados Unidos durante a transmissão do jogo. Ficaram de fora peças regionais, conteúdos exclusivos de streaming, trailers de filmes e produções da NBCUniversal.
Além da ênfase em inteligência artificial, Hale notou o crescimento de campanhas focadas em saúde, desde medicamentos para perda de peso até iniciativas de bem-estar. O uso de celebridades permanece forte, com participações que vão de Peyton Manning a Charli XCX, passando por Serena Williams e Jeff Goldblum.
Imagem: redir.folha.com.br
Na contramão, marcas tradicionais como Budweiser recorreram ao sentimentalismo patriótico, enquanto a Bud Light seguiu apostando no humor para recuperar terreno após polêmica envolvendo ações de marketing anteriores.
O ranking completo reflete apenas a avaliação do crítico do New York Times e não necessariamente coincide com a reação do público medido em pesquisas de popularidade pós-jogo.