Os títulos públicos negociados no Tesouro Direto começaram 2026 em queda. Na atualização das 9h33 desta sexta-feira (2), as taxas recuavam em praticamente todas as modalidades, movimento atribuído à liquidez menor após as festas de fim de ano e ao aumento do apetite global por ativos de risco.
Em relação ao último pregão de 2025, realizado na terça-feira (30), os papéis prefixados apresentaram diminuição expressiva nos retornos:
Entre os papéis indexados à inflação, também houve ajuste para baixo:
No mercado cambial, o dólar à vista renovava mínima a R$ 5,426, queda de 1,13% por volta das 11h20. O movimento era sustentado pelo otimismo em torno de investimentos em inteligência artificial e pela expectativa de redução dos juros pelo Federal Reserve.
No exterior, o rendimento do Treasury de dez anos – referência mundial – avançava pouco mais de 1 ponto-base, para 4,165% ao ano.
Imagem: infomoney.com.br
No Brasil, o principal dado do dia foi o Índice de Gerentes de Compras (PMI) industrial, que recuou de 48,8 pontos em novembro para 47,6 pontos em dezembro, indicando a contração mais intensa da atividade em três meses.
As negociações prosseguem ao longo do dia com expectativa de maior volatilidade em razão do retorno gradual dos investidores após o recesso.