Às vésperas do Carnaval, o Ibovespa renovou máximas históricas e abriu espaço para novas recomendações de investimento divulgadas em 16 de fevereiro de 2026.
A mineradora soma valorização de 88% em dólar desde 2025. O Bradesco BBI manteve indicação de compra e elevou o preço-alvo para R$ 102 até dezembro de 2026. O banco citou um quarto trimestre robusto, revisão positiva de premissas macroeconômicas, maior contribuição de cobre e níquel e geração de caixa acima da média do setor. Entre os riscos, permanecem a volatilidade dos preços de metais, a oferta global e a demanda chinesa. Mesmo assim, a instituição afirma que a ação continua negociada com desconto.
O Citi projetou 2026 como ano favorável às construtoras participantes do programa Minha Casa, Minha Vida, graças a orçamento reforçado e limites ampliados. Nesse cenário, manteve recomendação de compra para a Cury, com preço-alvo de R$ 45. A análise destaca eficiência construtiva, rígido controle de custos e estratégia de aquisição de terrenos que sustentam margens e garantem crescimento consistente.
Com alta aproximada de 30% no ano, a operadora da Bolsa divide opiniões. O BTG Pactual rebaixou a ação para posição neutra, alegando avaliação esticada no curto prazo. Já o UBS BB passou a recomendar compra, esperando lucros acima do consenso, maior volume de negociações e benefícios ligados ao ciclo monetário e às eleições de 2026. O principal debate é se ainda há espaço para novas valorizações.
Imagem: Cecília de O via moneytimes.com.br
A Empiricus incluiu a empresa na carteira de renda voltada a dividendos. A gestora prevê dividend yield de 9,1% em 2026, impulsionado por preços de energia mais altos, avanços de eficiência e modernização dos ativos de transmissão. O portfólio parcialmente descontratado permitiria capturar preços elevados no mercado livre, reforçando o caixa e a distribuição de proventos.
As recomendações fazem parte do levantamento semanal divulgado antes do feriado, que reúne as indicações de grandes instituições financeiras e casas de análise.