O mercado de emissão bancária disponibilizado pela XP Investimentos apresenta nesta terça-feira, 27 de janeiro de 2026, Certificados de Depósito Bancário (CDBs) prefixados com remuneração de até 13,980% ao ano para prazo de 12 meses.
Além dos títulos prefixados, os CDBs atrelados à inflação oferecem rendimento de até IPCA + 8,720% em 12 meses. Já as opções pós-fixadas pagam até 105% do CDI no mesmo período.
Entre as ofertas individuais na plataforma constam:
As Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs) prefixadas chegam a 11,300% ao ano para 12 meses. Nos papéis vinculados ao IPCA, a taxa alcança até IPCA + 6,030% em 1 ano, enquanto as LCAs pós-fixadas remuneram até 86,6% do CDI no mesmo prazo.
Nas Letras de Crédito Imobiliário (LCIs), a opção apresentada é pós-fixada, pagando até 79,5% do CDI para prazos acima de 12 meses. Entre os destaques está a LCI Original, com rentabilidade de 90% do CDI e vencimento em janeiro/2029.
Na segunda-feira (26), as taxas dos contratos de Depósito Interfinanceiro (DI) caíram pelo quarto pregão consecutivo. O DI para janeiro/2027 recuou a 13,68% (ante 13,696%). Nos vencimentos mais longos, o DI janeiro/2029 caiu para 12,98% (de 13,032%) e o DI janeiro/2031 cedeu para 13,295% (de 13,356%).
A queda foi influenciada pela desvalorização global do dólar, pelo recuo dos rendimentos dos Treasuries norte-americanos e pela expectativa para as decisões de política monetária do Banco Central do Brasil e do Federal Reserve, marcadas para quarta-feira (28).
Imagem: infomoney.com.br
No fim da tarde de segunda, a T-Note de dois anos rendia 3,592%, a de dez anos 4,215% e o T-Bond de 30 anos 4,806%. A curva americana também perdeu inclinação, reforçando o movimento de baixa nos juros locais.
O dólar encerrou o dia a R$ 5,2797, após tocar a mínima intradiária de R$ 5,26 — menor nível desde junho de 2024. A decisão da Petrobras de reduzir o preço da gasolina em R$ 0,14 por litro (-5,2%) levou a revisões para baixo das projeções do IPCA de 2026, colaborando para o fechamento das taxas longas.
O mercado aguarda o comunicado do Comitê de Política Monetária (Copom) nesta semana. A expectativa majoritária é de manutenção da Selic em 15%, com atenção a possíveis sinais de corte a partir de março.
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