TRXF11 reforça equipe e adota novas parcerias para administrar portfólio de R$ 6 bilhões

Estratégias de investimento2 dias atrás17 Visualizações

O fundo imobiliário TRXF11 (TRX Real Estate) iniciou uma nova etapa após adquirir dez novos ativos em curto intervalo e elevar seu patrimônio líquido para cerca de R$ 6 bilhões. A expansão impôs o desafio de manter eficiência operacional e geração de valor em um portfólio que agora soma mais de 120 imóveis e 43 inquilinos.

Reforço interno e visitas frequentes

Para dar conta do volume, a gestora ampliou os times de engenharia e de gestão de portfólio. De acordo com o gestor Raul Lemos, cada propriedade passará a ser vistoriada ao menos duas vezes por ano — frequência que pode aumentar conforme a necessidade. “Se você não estiver perto, o problema cresce”, afirmou durante participação no programa Liga de FIIs.

Um exemplo citado foi o shopping Via Barreiro, em Belo Horizonte. Duas ou três semanas depois da compra, parte do prédio cedeu após chuvas intensas. A equipe da TRX esteve no local imediatamente e, no dia seguinte à ocorrência, o centro de compras voltou a operar normalmente.

Parcerias especializadas

Além do reforço interno, a TRX firmou acordos com gestores terceirizados. Ativos logísticos e corporativos em São Paulo, por exemplo, passaram a contar com a administração da Hire. “É um time muito conceituado; confiamos que esses imóveis continuarão bem geridos, tanto no aspecto contratual quanto de manutenção”, disse Lemos.

Frente ativa de desinvestimentos

Conhecida por vendas oportunísticas motivadas por ofertas de mercado, a TRX estruturou uma equipe dedicada a alienações. O grupo monta pacotes de ativos, aciona corretores e planeja operações com foco em ganho de capital.

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Imagem: infomoney.com.br

Entre as transações recentes está a venda conjunta de seis lojas para um grande banco. A operação gerou lucro relevante, ajudou a linearizar dividendos e reduziu alavancagem ao quitar dívidas ligadas aos imóveis vendidos.

Resultados recorrentes e ganhos extraordinários

A combinação de renda operacional com lucros de venda se tornou peça central da estratégia. Segundo Lemos, a ideia é transformar o ganho não recorrente em algo quase previsível, suavizando a distribuição de rendimentos e abrindo espaço para eventuais “kickers” ao fim de cada semestre — movimento observado nos últimos anos.

Mais detalhes sobre a estratégia foram apresentados na edição desta semana do Liga de FIIs, exibida às quartas-feiras, às 18h, no canal InfoMoney no YouTube.

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