XP disponibiliza CDBs que pagam até 13,63% ao ano nesta segunda-feira (23)

Estratégias de investimento8 horas atrás9 Visualizações

O mercado de renda fixa dentro da plataforma da XP Investimentos apresenta, nesta segunda-feira (23), taxas máximas de 13,63% ao ano para Certificados de Depósito Bancário (CDBs) prefixados com vencimento em 12 meses.

Principais condições dos títulos

CDBs

  • Prefixados: até 13,63% ao ano (vencimento em 12 meses)
  • Atrelados ao IPCA: até IPCA + 9,50% (prazo superior a 1 ano)
  • Pós-fixados: até 115% do CDI (prazo superior a 12 meses)

LCAs

  • Prefixadas: até 11,60% ao ano (vencimento em 12 meses)
  • Atreladas ao IPCA: até IPCA + 6,46% (prazo de 1 ano)
  • Pós-fixadas: até 92% do CDI (prazo superior a 12 meses)

LCIs

  • Pós-fixadas: até 100% do CDI (vencimento em 1 ano)

Ofertas individuais disponíveis

  • LCA Rabobank: 93% do CDI, vencimento em fevereiro de 2029
  • CDB PicPay: 104,75% do CDI, vencimento em fevereiro de 2029
  • CDB Pernambucanas: 110% do CDI, vencimento em fevereiro de 2030
  • LCA Original: 93% do CDI, vencimento em fevereiro de 2030

Segundo a corretora, as ofertas estão limitadas à quantidade disponível nesta segunda-feira (23).

Movimento dos juros futuros

Na sexta-feira (20), as taxas dos contratos de Depósitos Interfinanceiros (DI) recuaram em toda a curva, acompanhando o alívio observado nos mercados globais após a Suprema Corte dos Estados Unidos derrubar tarifas comerciais impostas pelo ex-presidente Donald Trump.

  • DI para janeiro de 2028: 12,54% ao ano (queda de 7 pontos-base)
  • DI para janeiro de 2035: 13,38% ao ano (recuo de 6 pontos-base)

No mesmo dia, o dólar chegou a ser negociado abaixo de R$ 5,18 e o Ibovespa avançou, refletindo maior apetite ao risco. Lá fora, os rendimentos dos Treasuries subiram diante da percepção de que a suspensão das tarifas pode reduzir uma eventual fonte de receita para o governo americano e pressionar os juros de longo prazo.

As probabilidades para a próxima decisão do Federal Reserve ficaram divididas entre manutenção dos juros e corte de 0,25 ponto percentual em junho.

Apesar do movimento externo misto, o mercado doméstico encerrou a sessão com fechamento de taxas tanto nos prazos curtos quanto nos longos, amparado pela valorização do real e pela redução de prêmios de risco.

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