XP oferece CDBs de até 115% do CDI e prefixados de 13,69% nesta sexta-feira (13)

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O mercado de emissão bancária disponível na plataforma da XP Investimentos apresenta, nesta sexta-feira (13), Certificados de Depósito Bancário (CDBs) que remuneram até 115% do CDI em prazos superiores a 12 meses. Entre as opções prefixadas, há papéis que pagam 13,690% ao ano para vencimento em 12 meses.

CDBs

CDBs indexados à inflação chegam a IPCA + 8,640% em prazos acima de um ano. Já os pós-fixados alcançam 115% do CDI para resgates após 12 meses.

LCAs

As Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs) oferecem taxas prefixadas de até 11,470% ao ano para vencimento em 12 meses. Nos papéis atrelados ao IPCA, o retorno atinge IPCA + 6,620% em um ano, enquanto as pós-fixadas pagam até 90% do CDI no mesmo prazo.

LCIs

Para Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) pós-fixadas, a remuneração chega a 81,5% do CDI em prazos superiores a 12 meses.

Exemplos de ofertas

LCI CEF – 87% do CDI, vencimento em fevereiro de 2027

CDB Pernambucanas – 110% do CDI, vencimento em fevereiro de 2030

CDB Original – 106% do CDI, vencimento em janeiro de 2031

As ofertas estão sujeitas à disponibilidade de cada produto nesta sexta-feira (13).

Movimento dos juros futuros

Na quinta-feira (12), as taxas dos contratos de Depósitos Interfinanceiros (DI) fecharam com leve baixa em toda a curva. O DI para janeiro de 2028 recuou 1 ponto-base, para 12,635% ao ano, enquanto o contrato para janeiro de 2035 caiu 4 pontos-base, para 13,455%.

A queda foi influenciada por dois fatores principais:

  • Dados domésticos: o IBGE apontou retração de 0,4% no volume de serviços em dezembro, contrariando expectativas de alta e reforçando sinais de desaceleração da atividade.
  • Cenário externo: rendimentos dos Treasuries norte-americanos recuaram, com o título de 10 anos perdendo 8 pontos-base, o que ajudou a puxar as taxas brasileiras, sobretudo na parte longa da curva.

Mesmo com a queda do Ibovespa e a fraqueza do real ao longo do dia, o movimento externo favorável manteve a pressão de baixa sobre os juros futuros.

Perspectivas

Os investidores seguem atentos aos próximos indicadores de inflação nos Estados Unidos e às sinalizações de política monetária. No Brasil, o mercado continua precificando o início do ciclo de cortes da Selic para março, cenário que influencia principalmente os vencimentos mais curtos.

Conteúdo patrocinado. O InfoMoney não assume responsabilidade sobre a oferta ou comercialização dos produtos mencionados.

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