Governo Trump recorre a montadoras para ampliar produção de armamentos em iniciativa ao estilo da Segunda Guerra

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Washington, 11 abr. 2026 – A administração do ex-presidente Donald Trump solicitou o apoio de montadoras e de outras indústrias norte-americanas para acelerar a fabricação de armamentos, em um esforço comparado a mobilizações da Segunda Guerra Mundial, confirmou um porta-voz do Pentágono.

Segundo o representante, o Departamento de Defesa “está comprometido em expandir rapidamente a base industrial de defesa, aproveitando todas as soluções e tecnologias comerciais disponíveis para garantir vantagem decisiva aos militares dos Estados Unidos”. A meta é produzir em escala e fortalecer a resiliência das cadeias de suprimentos, acrescentou o oficial.

Conversas com grandes fabricantes

Autoridades de alto escalão do setor de defesa vêm discutindo com executivos da General Motors, Ford Motor, GE Aerospace e Oshkosh a possibilidade de utilizar pessoal e capacidade fabril dessas empresas para aumentar a produção de munições e outros equipamentos militares, informou o The Wall Street Journal, citando fontes próximas às negociações.

Os contatos teriam começado antes do início do conflito no Irã, há pouco mais de um mês, e ganharam urgência à medida que as guerras na Ucrânia e no Oriente Médio elevaram a demanda por mísseis, sistemas antidrone e suprimentos táticos.

Orçamento e barreiras contratuais

Dentro do orçamento de US$ 1,5 trilhão recentemente solicitado pelo Pentágono, há verbas específicas para ampliar a fabricação de munições e drones. Paralelamente, o governo pediu às empresas que apontem obstáculos à ampliação de contratos de defesa, como exigências regulatórias e dificuldades no processo de licitação.

Governo Trump recorre a montadoras para ampliar produção de armamentos em iniciativa ao estilo da Segunda Guerra - Imagem do artigo original

Imagem: Michael Sinkewicz via foxbusiness.com

O aumento da capacidade produtiva é tratado como questão de segurança nacional, segundo fontes militares.

A General Motors, a Oshkosh e a GE Aerospace foram procuradas para comentar o assunto. A Ford Motor informou que não se pronunciaria.

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