BC divulga 120 pedidos de licença de empresas de criptomoedas; um foi negado

Trader Iniciante - RedaçãoTrader Iniciante - RedaçãoCriptomoedas9 horas atrás7 Visualizações

O Banco Central do Brasil (BCB) divulgou na sexta-feira, 6 de novembro de 2026, uma relação de 120 CNPJs de empresas que solicitaram licença para atuar no mercado de criptomoedas no país. O conjunto reúne 46 pedidos para corretoras, 73 para intermediárias e um para custodiante. Uma solicitação foi negada; as demais continuam em exame.

Para quem utiliza esses serviços, a distinção central é que aparecer na relação de pedidos não significa ter autorização para funcionar. O registro indica a existência de uma solicitação, mas não substitui a aprovação final do Banco Central.

“Importante: a inclusão nesta relação não significa que a sociedade esteja autorizada pelo BC. O pedido pode estar em análise ou ter outra situação registrada pelo Banco Central”, informa a autoridade monetária.

Como os pedidos estão distribuídos

O processo de regularização exige licenças oficiais de corretoras, intermediárias e custodiantes para operar no território nacional. A separação por categoria de atividade diferencia as obrigações legais e operacionais de cada instituição perante o Banco Central.

  • Corretoras: 46 pedidos, todos em análise.
  • Intermediárias: 73 pedidos, dos quais 72 seguem em análise e um foi negado.
  • Custodiante: um pedido, apresentado pela SRM Trust, ainda à espera de aprovação.

A única recusa registrada até a divulgação foi a da Higherway Tech Soluções Ltda., na categoria de intermediação. Assim, o total de 120 CNPJs inclui tanto as solicitações ainda em exame quanto esse pedido já negado.

BC divulga 120 pedidos de licença de empresas de criptomoedas; um foi negado - imagem 2
Foto: Foto: reprodução

A divulgação integra o avanço da estruturação do marco regulatório de criptoativos no Brasil, com a análise dos pedidos de empresas que buscam licença para continuar operando no país.

Corretoras, bancos e emissoras de cartões aparecem na relação

Entre os nomes apresentados na categoria de corretoras estão OKX, Ripio, Mercado Bitcoin, Foxbit, Kraken, KuCoin, Gate, MEXC, Kast e Ether.fi. A relação também inclui Nubank, Inter, Santander, Circle e Ripple, além de Brasil 8 (Bitcoin Brasil).

O grupo, portanto, não se restringe a empresas conhecidas pela negociação de criptomoedas: reúne também bancos, emissoras de cartões cripto e outros participantes do setor. Os pedidos dessa categoria permanecem sob análise do BCB.

Intermediação concentra a maioria das solicitações

Com 73 requerimentos, a categoria de intermediação de ativos concentra o maior número de pedidos. Binance e Coinbase estão entre as empresas dessa relação e não aparecem no grupo citado de pedidos para corretoras.

BC divulga 120 pedidos de licença de empresas de criptomoedas; um foi negado - imagem 3
Foto: Foto: reprodução

A diferença de enquadramento estaria relacionada ao alcance das licenças. A modalidade de corretora é descrita como voltada à intermediação e à custódia de criptomoedas. Já a de intermediária também permite administrar carteiras e realizar staking, entre outras atividades, mas sem custódia. Essa distinção é apresentada como possível motivo para a distribuição das empresas entre as categorias.

Na modalidade exclusiva de custodiante, a SRM Trust foi a única empresa a apresentar solicitação e continua aguardando a aprovação do Banco Central.

Além dos requerimentos, a página do BCB apresenta uma relação separada de instituições que já tiveram licenças aprovadas. Entre elas estão Itaú, BTG Pactual e Banco do Brasil.

Ferramentas úteis para investidores

Use as ferramentas gratuitas do Trader Iniciante para simular investimentos, acompanhar o Tesouro Direto e consultar resultados atualizados.

0 Votes: 0 Upvotes, 0 Downvotes (0 Points)

Deixe um Comentário

Comentários Recentes

    O Trader Iniciante é um participante do Programa de Associados da Amazon.

    Pesquisar tendência
    Redação
    carregamento

    Entrar em 3 segundos...

    Inscrever-se 3 segundos...