A Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA, na sigla em inglês) comunicou nesta quinta-feira que irá restringir a programação de voos no Aeroporto Internacional O’Hare, em Chicago, entre 17 de maio e 24 de outubro de 2026.
Segundo o órgão, a medida limita as operações diárias a 2.708 voos, evitando o salto previsto para 3.080 voos nos dias de pico do próximo verão norte-americano. O volume originalmente proposto representaria aumento de 14,9% em relação ao verão de 2025, período em que apenas 60% das chegadas e partidas ocorreram no horário.
O secretário de Transportes, Sean Duffy, afirmou que a iniciativa replica a estratégia usada no Aeroporto Newark Liberty, onde ajustes de capacidade e correções técnicas melhoraram a pontualidade. “Se você compra uma passagem, quer ter a certeza de voar sem atrasos e cancelamentos intermináveis”, declarou Duffy.
A decisão foi tomada após reuniões individuais entre a FAA e representantes das companhias aéreas, que planejavam ampliar a oferta de voos apesar de restrições como capacidade de portões e fechamento de taxiways em função de obras.
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Além do corte de voos, a FAA informou que:
“Nossa prioridade número um é a segurança do público que voa, e isso exige que os horários reflitam o que o sistema pode operar com segurança”, afirmou o administrador da FAA, Bryan Bedford. Ele agradeceu às companhias aéreas pela cooperação na definição de um nível de operações considerado responsável.