
O Conselho Curador do FGTS aprovou na quinta-feira, 10 de setembro, um acréscimo de R$ 500 milhões nos subsídios do Minha Casa, Minha Vida para 2026. Com a decisão, o orçamento destinado a esses descontos passou de R$ 12,5 bilhões para R$ 13 bilhões.
Os recursos ajudam a pagar imóveis das faixas 1 e 2 do programa habitacional, que atendem famílias com renda mensal de até R$ 5 mil. O subsídio é concedido como desconto e não precisa ser devolvido ao fundo pelo beneficiário.
A ampliação aprovada pelo conselho vale somente para 2026.
O coordenador-geral de Gestão do FGTS do Ministério das Cidades, Johnny Ferreira dos Santos, afirmou que o novo orçamento comporta a projeção de utilização de R$ 12,6 bilhões em subsídios e ainda preserva uma margem de segurança.
Na explicação do coordenador, essa folga é importante para a operação no fim do exercício, quando é necessário considerar os recursos disponíveis nas unidades dos agentes financeiros. A margem permite evitar a falta de dinheiro e manter flexibilidade para fazer remanejamentos, caso sejam necessários.

O conselho manteve os valores dos outros orçamentos do fundo, sem mudanças:
O plano plurianual para o período de 2027 a 2029 será discutido na próxima reunião do conselho, prevista para o fim de outubro.
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