
A Pague Menos (PGMN3) registrou lucro líquido ajustado de R$ 73,6 milhões no segundo trimestre de 2026 (2T26), entre abril e junho. O resultado representa alta de 22,2% em relação ao mesmo período do ano passado.
A receita líquida somou R$ 3,99 bilhões no trimestre, crescimento de 8% na comparação anual. A receita bruta alcançou R$ 4,34 bilhões, avanço de 9,3%, impulsionada principalmente pelo aumento de 8% nas vendas em mesmas lojas.
O Ebitda ajustado — indicador que representa o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização — foi de R$ 281,7 milhões, alta de 15,4% em um ano.
A margem Ebitda, que corresponde à relação entre o Ebitda e a receita, subiu de 6,1% para 6,5%. De acordo com a companhia, esse foi o maior patamar de rentabilidade operacional já registrado.
“Como resultado da relevante diluição de despesas, nossa margem Ebitda atingiu 6,5% no 2T26, tornando este o trimestre de maior rentabilidade operacional da companhia até hoje”, afirmou a Pague Menos no release de resultados.
As vendas realizadas pelos canais digitais ultrapassaram R$ 1 bilhão pela primeira vez em um único trimestre. O valor representa crescimento de 40,6% sobre o 2T25.
Com o avanço, os canais digitais passaram a responder por 24,1% das vendas da companhia. “As vendas pelos canais digitais ultrapassaram a marca de R$ 1 bilhão em um único trimestre pela primeira vez”, destacou a empresa.
A Pague Menos encerrou junho de 2026 com 1.695 lojas e participação de mercado de 6,7%. O percentual representa alta de 0,13 ponto percentual em relação ao mesmo período de um ano antes.
A alavancagem da companhia, medida pela relação entre o endividamento e o Ebitda, caiu de 2,6 vezes para 1,8 vez o Ebitda. A redução marcou o 12º trimestre consecutivo de desalavancagem.
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