Renda fixa na XP: CDBs chegam a 14,26% ao ano; confira também LCIs e LCAs nesta sexta-feira (9)

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Investidores que acessam a plataforma da XP encontram nesta sexta-feira (9) Certificados de Depósito Bancário (CDBs) com remuneração prefixada de até 14,260% ao ano para prazo de 12 meses. Entre os papéis indexados à inflação, os rendimentos alcançam IPCA + 8,400% em um ano, enquanto os pós-fixados oferecem até 102,75% do CDI no mesmo período.

CDBs em destaque

Banco C6 – 102% do CDI, vencimento em janeiro de 2028
PicPay – 105,25% do CDI, vencimento em janeiro de 2028
Pine – 103% do CDI, vencimento em janeiro de 2029

LCAs

As Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs) pagam até 11,320% ao ano na modalidade prefixada para vencimento em 12 meses. Nos títulos atrelados ao IPCA, a taxa máxima é de IPCA + 5,460% para prazos acima de um ano, enquanto as pós-fixadas alcançam 86,5% do CDI em 12 meses.

LCIs

Para Letras de Crédito Imobiliário (LCIs), o rendimento atrelado à inflação chega a IPCA + 6,090% para vencimento superior a 12 meses. Nos papéis pós-fixados, o retorno máximo é de 92% do CDI em prazos acima de um ano.

Curva de juros

No mercado de futuros, as taxas encerraram a quinta-feira (8) com oscilações contidas. O contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2028 avançou três pontos-base, terminando a 13,015%, influenciado pela alta nos rendimentos dos Treasuries norte-americanos. Já o DI para janeiro de 2035 recuou quatro pontos-base, para 13,525%, em dia de baixa liquidez.

Cenário econômico

No Brasil, a produção industrial ficou estável em novembro ante outubro e recuou 1,2% na comparação anual, abaixo das projeções, mas sem impacto relevante nos preços antes da divulgação do IPCA de dezembro e do acumulado de 2025. No exterior, o número de pedidos iniciais de auxílio-desemprego nos Estados Unidos subiu para 208 mil, ainda abaixo das expectativas, mantendo a probabilidade de 88,4% de manutenção dos juros pelo Federal Reserve no fim do mês, segundo a ferramenta CME FedWatch. O Treasury de dez anos avançou para 4,181%.

Além dos indicadores econômicos, investidores seguem avaliando a crise na Venezuela e possíveis medidas de supervisão dos Estados Unidos. No cenário doméstico, o consenso é de manutenção da Selic em 15% na próxima reunião do Copom, o que contribui para estabilidade na parte curta da curva e leve ajuste para baixo nos vértices mais longos.

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