O The New York Times encerrou o primeiro trimestre de 2026 com 13,1 milhões de assinantes, após ganhar 310 mil novos usuários apenas na plataforma digital, informou a companhia nesta quarta-feira (6).
A empresa persegue a meta de alcançar 15 milhões de assinantes até o fim do ano.
A receita total entre janeiro e março somou US$ 712,2 milhões (cerca de R$ 3,5 bilhões), avanço de 12% em relação ao mesmo período de 2025.
O lucro operacional ajustado atingiu US$ 117,9 milhões (R$ 579,95 milhões), incremento de 27,2%. Já os custos operacionais ajustados subiram 9,4%, para US$ 594,3 milhões (R$ 2,92 bilhões).
As assinaturas exclusivamente digitais geraram US$ 389 milhões (R$ 1,91 bilhão), alta de 16,1%. No impresso, a receita recuou para US$ 127,8 milhões. O jornal contabilizava 560 mil assinantes em papel no fim de março.
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Contratos de licenciamento de inteligência artificial, indicações de afiliados do Wirecutter e demais negócios renderam US$ 68,5 milhões, crescimento de 7,8%.
A presidente-executiva, Meredith Kopit Levien, afirmou em comunicado que os números refletem “alta demanda por jornalismo sem concessões e conteúdo de estilo de vida premium”.
Para o segundo trimestre, a empresa projeta aumento de 14% a 17% na receita de assinaturas digitais, avanço próximo de 20% na publicidade online e elevação de 8% a 9% nos custos operacionais ajustados.