O mercado de renda fixa disponível na plataforma da XP Investimentos apresenta nesta quarta-feira, 1º de abril, Certificados de Depósito Bancário (CDBs) prefixados com rendimento de até 14,810% ao ano para prazo de 12 meses. Os papéis atrelados à inflação chegam a IPCA + 9,500% no mesmo horizonte, enquanto as alternativas pós-fixadas oferecem até 109% do CDI para vencimentos superiores a um ano.
No caso das Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs), as taxas prefixadas alcançam 12,090% em mais de 12 meses. Já as LCAs indexadas à inflação pagam até IPCA + 5,850% e as pós-fixadas, até 87% do CDI, também para prazos acima de um ano.
As Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) pós-fixadas disponíveis na plataforma remuneram até 105% do CDI para períodos superiores a 12 meses.
CDB Pernambucanas
Taxa: 111% do CDI
Vencimento: março/2030
CDB Original
Taxa: 106% do CDI
Vencimento: março/2031
LCA Sicoob
Taxa: 92% do CDI
Vencimento: fevereiro/2033
Segundo a XP, a oferta dos produtos está sujeita à disponibilidade nesta quarta-feira (1).
Na véspera, terça-feira (31), as taxas dos contratos de Depósito Interfinanceiro (DI) encerraram a sessão com forte queda, acompanhando o recuo dos rendimentos dos Treasuries dos Estados Unidos e o aumento das apostas em uma possível desescalada no conflito no Oriente Médio.
Imagem: infomoney.com.br
O DI para janeiro de 2028 cedeu 35 pontos-base, para 13,755% ao ano, enquanto o vencimento para janeiro de 2035 caiu 25 pontos-base, para 13,88%. A parte curta da curva registrou os maiores movimentos, refletindo mudança nas expectativas de curto prazo para inflação e política monetária.
No cenário externo, apesar da continuidade dos ataques e da cotação do petróleo acima de US$ 118 o barril, investidores repercutiram sinais do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre um possível acordo que encerre a ofensiva militar. O alívio nos Treasuries influenciou diretamente a curva brasileira.
Internamente, indicadores como o resultado do Caged abaixo do previsto e a elevação da dívida bruta para 79,2% do PIB tiveram impacto limitado, mas seguem no radar, sobretudo para os prazos mais longos.
Mesmo com a queda recente das taxas, o mercado mantém cautela quanto à trajetória da Selic. A expectativa predominante é de que o Comitê de Política Monetária opte por um corte de 25 pontos-base na próxima reunião, diante das incertezas geradas pela guerra e seus reflexos sobre a inflação.
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