
A Aegea confirmou na quarta-feira (5) um aumento de capital de R$ 2,1 bilhões. A operação tem como objetivos reforçar a estrutura de capital da companhia e acelerar o processo de desalavancagem, ou seja, de redução do peso das dívidas em sua estrutura financeira.
Para realizar a operação, foram emitidas e subscritas cerca de 38 milhões de novas ações ao preço de R$ 55,29 por papel. O valor por ação foi o mesmo praticado no aumento de capital realizado no primeiro trimestre de 2026.
Do total de novas ações, 24,8 milhões foram destinadas ao GIC, fundo soberano de Singapura. O restante ficou com a Itaúsa, holding da família Setúbal e uma das controladoras do Itaú.
Com a conclusão do aumento de capital, a composição acionária da Aegea passou a ser a seguinte:
O capital votante corresponde às ações com direito a voto, enquanto o capital total considera a participação total dos acionistas, conforme os percentuais informados após a operação.

A Aegea é apontada como a maior empresa privada de saneamento básico do Brasil. A companhia atua em mais de 500 municípios por meio de concessões e parcerias público-privadas, fornecendo serviços de água e esgoto para mais de 24 milhões de pessoas.
O aumento de capital, portanto, envolve uma empresa com atuação em serviços de saneamento básico e foi anunciado com foco no reforço financeiro da companhia e na aceleração da desalavancagem.
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