O mercado de lajes corporativas de São Paulo voltará a receber cerca de 300 mil metros quadrados até 2026, segundo a consultoria Colliers. O volume é expressivo, mas a maior parte das entregas está concentrada nos eixos Rebouças, Chucri Zaidan e Chácara Santo Antônio, áreas que já exibem procura ativa por parte das empresas.
Nesses corredores consolidados há transporte público, serviços e oferta de mão de obra qualificada — fatores que ganharam peso na escolha de escritórios. Quando o imóvel está próximo de metrô ou trem, por exemplo, a atração de talentos torna-se mais fácil e a empresa reduz custos com estacionamento e transporte privado.
Retrofit é a modernização profunda de um prédio antigo. O movimento ganhou tração sobretudo no Rio de Janeiro, onde parte dos edifícios foi convertida para uso residencial. Em São Paulo, proprietários avaliam reformas para torná-los mais eficientes energeticamente e adequados a novos padrões de bem-estar, evitando a perda de valor do ativo.
Imagem: Reprodução | Trader Iniciante
Mesmo com novas entregas no horizonte, a junção de localização central, pré-locações em alta e projetos de retrofit vem compondo um cenário de equilíbrio para o segmento de escritórios em São Paulo. Para o investidor, acompanhar esses movimentos ajuda a entender por que nem toda expansão de oferta significa, necessariamente, queda de preços ou renda dos fundos imobiliários.
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