Taxas de CDBs chegam a 14,21% ao ano na XP enquanto juros futuros recuam com queda do petróleo

Estratégias de investimento10 horas atrás13 Visualizações

O marketplace de renda fixa da XP Investimentos exibe nesta quinta-feira, 7 de maio de 2026, Certificados de Depósito Bancário (CDBs) prefixados pagando até 14,210% ao ano para prazos superiores a 12 meses. Nos papéis indexados à inflação, a remuneração atinge IPCA + 8,400% em um ano, enquanto as alternativas pós-fixadas chegam a 109% do CDI no mesmo horizonte.

CDBs, LCIs e LCAs disponíveis

Entre as ofertas listadas na plataforma constam:

  • CDB Banco XP S.A. – 103% do CDI, vencimento em maio/2028;
  • LCA Original – 92% do CDI, vencimento em maio/2029;
  • CDB Banco C6 – 103% do CDI, vencimento em maio/2032.

Para Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), as taxas prefixadas alcançam 11,970% ao ano em prazos acima de 12 meses. Nos títulos atrelados ao IPCA, o retorno chega a IPCA + 5,850% em mais de um ano, enquanto as opções pós-fixadas pagam até 84% do CDI em 12 meses.

As Letras de Crédito Imobiliário (LCI) prefixadas oferecem até 11,200% em 12 meses e, nas variantes pós-fixadas, a remuneração atinge 84,5% do CDI no mesmo período.

Segundo a corretora, as ofertas ficam disponíveis apenas enquanto houver volume nos produtos divulgados para esta quinta-feira (7).

Juros futuros em queda

Na véspera, quarta-feira (6), a curva de juros futura encerrou o pregão com recuos amplos em todos os vértices. O movimento ocorreu em meio à perspectiva de um acordo entre Estados Unidos e Irã que poderia pôr fim ao conflito no Oriente Médio, reduzindo prêmios de risco e pressões inflacionárias.

Taxas de CDBs chegam a 14,21% ao ano na XP enquanto juros futuros recuam com queda do petróleo - Imagem do artigo original

Imagem: infomoney.com.br

No trecho curto da curva, as taxas caíram de forma mais acentuada, refletindo apostas em novos cortes da Selic diante de um possível alívio inflacionário. Na parte longa, o recuo acompanhou a forte baixa dos rendimentos dos Treasuries norte-americanos, influenciados pela diminuição das tensões geopolíticas e pelo avanço de negociações diplomáticas.

O petróleo Brent cedeu para a faixa de US$ 101 por barril, fator que reforçou o ajuste para baixo nas expectativas de inflação global. Declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, indicando proximidade de entendimento com Teerã para reabrir o Estreito de Ormuz, contribuíram para o ganho de apetite por risco no mercado internacional.

Assim, a ponta curta da curva brasileira reagiu às maiores chances de continuidade do ciclo de afrouxamento monetário, enquanto a ponta longa refletiu o ambiente externo mais favorável e a redução dos prêmios de risco globais.

Este material tem caráter publicitário. O InfoMoney não se responsabiliza pela oferta ou pela comercialização dos produtos mencionados.

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