Brasileiro investe principalmente para comprar imóvel, revela Anbima

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A compra da casa própria continua sendo o maior objetivo de quem aplica dinheiro no País. Levantamento “Raio X do Investidor”, elaborado pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) em parceria com o Datafolha, indica que 34% dos investidores da classe C pretendem usar os recursos para adquirir um imóvel. Considerando todas as faixas de renda, esse destino lidera a lista de prioridades.

Principais finalidades do dinheiro investido

Depois do imóvel, 22% dos entrevistados planejam deixar o valor aplicado por mais tempo. Outros 10% guardam para a aposentadoria, 10% miram a compra de um carro e 10% querem financiar viagens ou passeios. Há ainda 7% interessados em abrir ou ampliar o próprio negócio e 5% que pretendem investir em educação.

Diferenças por faixa de renda

O direcionamento do montante varia conforme a renda familiar. Entre os participantes das classes A e B, 27% optam por manter o dinheiro aplicado e 14% reservam para a velhice. Já nas classes D e E, o principal objetivo (11%) é investir no próprio empreendimento.

Vantagens e desvantagens percebidas

Na avaliação sobre o mercado financeiro, 44% citam a segurança como o maior atrativo e 33% apontam o retorno potencial. Por outro lado, 25% reclamam do rendimento considerado baixo, 8% mencionam o prazo para resgate e 7% temem perdas.

Fontes de informação

O contato presencial com gerentes ou assessores bancários permanece como principal referência para 26% dos entrevistados. Em seguida aparecem amigos ou parentes (18%), aplicativos ou sites de bancos (11%), portais de notícias (11%) e influenciadores digitais (6%).

Comportamento por geração

Entre os Boomers, 38% preferem conversar pessoalmente com o gerente. Na Geração Z, 23% recorrem a amigos ou familiares e 14% buscam dados em aplicativos ou sites bancários.

Digitalização dos investimentos

O uso de canais digitais para aplicar recursos subiu de 48% em 2021 para 63% em 2022. Somente o aplicativo do banco saltou de 33% para 46% no mesmo período, movimento que, segundo Marcelo Billi, superintendente de Sustentabilidade, Inovação e Educação da Anbima, deve estimular o setor financeiro a se adaptar ao público mais jovem.

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